Um Sonho Possível #Insights

#1) Quem só te fez bem, não quer o seu mal.

#2) Quem sofre no meio da maldade, é porque não quer fazer parte e nem sentir a sensação boa que vier do que é mal.

#3) Há corajosos tolos, que tem coragem e não sabem porque possuem esta coragem. Há corajosos com honra que lutam por seu ideal e têm coragem para ser e manter o que são, independente das correntes contrárias.

#4) Abrimos mão de nossas paixões para mostrar que nosso amor as outras pessoas é maior do que coisas que realmente gostamos. E para ratificar com atitudes, quão importantes outras pessoas são para nós.

#5) Quem quer ser diferente e recebe uma oportunidade, escola, incentivo para se esforçar, amor de ambiente de família, lugar para voltar depois da aula e almoçar e objetivo e visão de futuro… pode fazer pessoas com futuro diferente do “normal” onde ele nasceu.

#6) Naturalmente protegeríamos quem amamos com nossas vidas (deveríamos).

#7) Me perguntem o porque eu quero e faço algumas coisas, independente se algumas pessoas que me amam me orientaram a fazer isto. Eu decido fazer com minhas convicções… com o que entendi e que me leva a fazer algo. (eu sempre deveria ter os porques)

Nota:
Alguns entedimentos assistindo o filme: Um Sonho Possível, no SBT dia 26/fev/2014.

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Reeditando o filme carros – uma pequena cidade (igreja)

Há uma pequena cidade ao lado da rota principal dos carros.

Na rodovia principal todos querem espaço, um ocupar o espaço do outro, ultrapassar em pontos não permitidos, parece uma competição e não um meio (rodovia) pra se chegar a um outro lugar. Eles disputam espaço, velocidade e tempo… disputam o que não lhes cabe disputar, competem por uma vitória que não podem fazer por si só.

Algumas vezes, não podemos mensurar o “tamanho” dessas “algumas vezes”… pessoas precisam reduzir o ritmo na rodovia principal e entrar nesta pequena cidade. Elas dão se conta como é bela e como há um jeito diferente e bom de se viver.

Alguns param ali apenas para reabastecerem o tanque de combustível,

outros são forçados por problemas no carro, ou pneus furados.

Ainda há casos mais graves onde motores fundem, casos “quase” que perdidos… mas até estes casos encontraram solução ali.

Ah!!! Também há casos que carros “exuberantes” entram pelas portas da pequena cidade, belas latarias, belas pinturas, cristalinas… mas não abrem as portas e não mostram os estofados… estão podres, sujos…

Esta cidade não tem muitas propagandas, nem outdoors, nem publicidades. Se bobear, nem nos mapas e listas telefônicas podem encontrá-la.

CONTUDO, o discurso de quem entra ali é o mesmo: eu sempre voltarei aqui. Ah, também são típicas pessoas do interior que moram ali, recebem a todos muito bem. São calorosos nos abraços, nas risadas e nos sorrisos. Quem não gosta de ter um pouco de carinho com dozes de açucar de bom humor, de ser querido e aceito ?

A pequena cidade tem vistas incríveis, montanhas com visões de, ouso dizer, todo o mundo. É como se, ali, viajássemos por todo o mundo sem sair de lá. O choro que ouvimos a noite, transformam-se em alegria pela manhã… e mesmos nas noites tristes ouvimos canções, diria eu louvores entoados ao som de várias vozes, várias pessoas, que se reúnem e vão a frente; levantam-se e vão a frente… vão cantar… engrandecem e agradecem ao Deus que elas dizem que lhes têm proporcionado tudo isso.

Quero terminar minha reportagem dizendo que esta cidade me lembra de casa. Lembro de minha vó me falando de um homem que iria para sua terra construir casas porque todos que cressesm nEle poderiam ir morar lá. Ela me contava assim sobre Jesus e até hoje não me esqueci. Sei que aqui não é o céu, sei que tem homens maus e que alguns/muitos ainda não “se ajustaram” tanto assim… mas o que meus olhos viram fazem meu coração arder e me lembro do homem que andou sobre essa terra que minha vó me falava. Lembro que Ele está em um alto trono e será que não é Ele que nos está contando esta história ? Que está sussurrando em meu ouvido que há uma cidade, há um lugar assim que eu ainda não quis parar e ir lá ver ?

Volto para a Rodovia. Na certeza que voltarei sempre aqui neste lugar, agradecer e engrandecer a Deus junto com eles.

Nota:

Pensei no filme carros, a rodovia principal e aquele pequena cidade, aconchegante, com carros de todo o tipo, mas um bom lugar pra ir não querer sair mais.

Pensei na Igreja Betel, um lugar que Deus me levou para que pudesse ouvi-Lo, e crendo nEle, em Jesus, entender esse lugar maravilhoso que Ele tem preparado e colocado desde já me nossa volta as “fagulhas”. A Igreja E. Livre Betel faz 29 anos no último domingo de maio/2012 e essa é uma forma de dizer “Meus Parabéns”.

A pequena cidade do texto que escrevi… é uma “pequena” igreja. Talvez a sua, talvez a minha, com certeza a nossa.

Se as igrejas cristãs são portas para o céu, o “hall” de entrada, alguns maiores outros menores, devem comportar pessoas com o principal objetivo de levá-las ao ambiente interior Eterno (Céus). se ALGUNS HALLS cabem mais e outros menos, é um detalhe físico e humano. A igreja (edifício) é uma estrutura humana que (pode) se tornar porta para os céus (um lugar não físico para humanos) e o verdadeiro hall da entrada, a ante sala dos Céus (o lugar que moraremos com Jesus), esse hall verdadeiro independe do tamando da sua igreja local.

Crônicas de Nárnia #AultimaBATALHA (parte 1)


Nesses 12 meses, fiquei lendo, aos poucos as 7 histórias.
Apenas 3 delas viraram filmes. Outras 4 só serão encontradas no livro.
Foram madrugadas, tardes e tempos de leituras incríveis.
Pessoalmente, a simbologia é incrível.

Para quem não sabe, o livro retrata a história dos cristãos, mas por perseguição da época, foi feita com símbolos. ASSIM, o leão da história – Aslam, é Jesus.

Na última história, a 7ª do livro, inventam uma mentira, vestem com roupa de leão um burrinho. Quando descobrem as pessoas começam a duvidar das histórias que contavam sobre Aslam.
Muitos, que ainda não o tinham visto desde que nasceram, pelo “escândalo” caíram em descrença. (a história parece muito contemporânea… )

Até os que pertenciam a nárnia, ou seja, os que posso dizer faziam parte do Reino de Aslam… começaram a duvidar e a não crer.
Um deles foram os anões de nárnia.

BEM NO FIM, QUANDO ASLAM PELA ÚLTIMA VEZ VOLTA, TODOS CONSEGUEM ENXERGAR O LUGAR MARAVILHOSO QUE HAVIA SIDO PREPARADO PARA OS QUE CRERAM EM ASLAM.
Veja o que o livro relata sobre os anões… triste…

” – Oh não! – disse Lúcia. O que vamos fazer com eles ? (referem-se aos anões de Nárnia)
– Deixe-os para lá! – disse Eustáquio. Mas enquanto ele falava a terra estremeceu. A doce atmosfera tornou-se ainda mais doce e um clarão brilhou ao lado deles. Todos se voltaram. O último a se virar foi Tirian, porque estava com medo. Ali estava o anseio de seu coração, enorme e real: o Leão dourado, o próprio Aslam. Os outros já se encontravam ajoelhados em círculo em volta de suas patas dianteiras, com as mãos e o rosto enterrados em sua juba, enquanto ele abaixava a cabeçorra para afagá-los com a língua. Então, fixou os olhos em Tirian, que se aproximou, tremendo, e atirou-se aos pés do Leão. Este o beijou, dizendo:

– Muito bem, último do reis de Nárnia, que permaneceu firme até na hora mais escura!

– Aslam – disse Lúcia, entre lágrimas -, será que você não podia…. por favor… faça algo por estes pobres anões…
– Minha querida – disse Aslam -, vou mostrar-lhe tanto o que eu posso quanto o que eu não posso fazer.

Aproximando-se dos anões, Aslam deu um leve rugido: leve, mas mesmo assim fez o ar vibrar. Os anões, porém, disseram uns aos outros:
– Escutaram só? Deve ser a turma do outro lado do estábulo. Estão tentando nos assustar. Devem ter feito esse barulho com algum tipo de máquina. Não vamos nem dar bola. Desta vez não nos enganam mais.

Aslam ergueu a cabeça e sacudiu a juba. No mesmo instante, um maravilhoso banquete apareceu aos pés dos anões? tortas, assados, aves, pavês, sorvetes e, na mão direita de cada um, uma taça de excelente vinho. Mas de nada adiantou. Eles começaram a comer e a beber com maior sofreguidão, mas notava-se claramente que nem sabiam direito o que estavam degustando. Pensavam estar comendo e bebendo apenas coisas ordinárias, dessas que se encontram em qualquer estrebaria. Um deles disse que estava comendo capim; outro falou que tinha arranjado um pedaço de nabo velho; e um terceiro disse que havia achado uma folha de repolho cru. E levavam aos lábios taças douradas com rico vinho tinto, dizendo
– Puáaa! Muito bonito! beber água suja, tirada do cocho de um jumento! Nunca pensei que chegássemos a tanto!

Mas logo cada anão começou a desconfiar de que o outro havia conseguido algo melhor que ele, e daí começaram a se agarrar e a discutir, e a briga foi ficando cada vez mais feia, até que, em pouco minutos, todos estavam engalfinhados numa verdadeira luta livre, e todas aquelas iguarias espalharam-se por seus rostos e roupas e esparramaram-se pelo chão. Mas quando finalmente se sentaram de novo, cada qual esfregando seu olho roxo ou nariz sangrando, começaram a dizer:
– Bem, pelo menos aqui não há trapaça. Não deixamos ninguém nos levar no bico. Vivam os anões!

– Viram só? – disse Aslam. – Eles não nos deixarão ajudá-los. Preferem a astúcia à crença. Embora a prisão deles esteja unicamente em suas próprias mentes, eles continuam lá. E têm tanto medo de serem ludibriados de novo que não conseguem livrar-se. Mas, venham comigo, meus filhos. Tenho um outro trabalho a fazer.

Aslam dirigiu-se para a porta, seguido de todo o grupo. Então levantou a cabeça e rosnou:
– O TEMPO É CHEGADO. AGORA! TEMPO! – E depois rosnou mais alto – Tempo ! – E depois tão alto que até as estrelas estremeceram: – TEMPO! Então a porta se abriu.

( Crônicas de Nárnia, Vol. Único, CS Lewis, Pg. 716, Capítulo: A última Batalha)

Veja também: Crônicas de Nárnia – O Peregrino da Alvorada

A mensagem do jovem Lewis – Filme: A Familia do Futuro

Lewis, um jovem órfão, uma criança, cheia de talentos e habilidades. Mas já tinha sido entrevistado mais de 100 vezes, mas nenhum casal quisera adotá-lo…

A história se desenrola, a frustração do garoto era imaginar que talvez nenhum casal quisesse adotar ele e, assim, ele não teria uma família. No decorrer da história, ele vai ao futuro e é incentivado várias vezes a não desistir. Ele é levado a ajudar as pessoas com seus talentos, mas ainda é muito inseguro, mesmo assim, quando ainda comete erros, as pessoas em sua volta dizem a ele “siga em frente” (vibrando e comemorando o erro, pois é o lugar do aprendizado).

Mais na frente, no fim da história, vencendo os desafios e aprendendo depois de errar e ter o apoio de várias pessoas… Ele descobre que todos aqueles seriam sua família no futuro.
Ele, enquanto criança, no presente, nunca imaginaria…

Esse filme, simples, em desenho, mas com uma mensagem que quero retransmitir:

1) Siga em frente. Quando aplicar todo seu esforço, seu talento, empreendendo idéias e sonhos teus, e ver no final resultados errados… SIGA EM FRENTE. Prossiga… Não abra mão do que te inspira, que você faz e até suspira ao fazer. Ainda que seja difícil, que tenha dificuldades, que outros frustrem seus empreendimentos, ainda assim… Siga em frente e continue com as boas práticas.

2) Se você não parar nas tristezas e dificuldades, pois de nós depende o futuro que será criado, você iniciará a história que virá a nascer… você não sabe, mas precisa construir. Viva! Siga em frente. Ao seu lado e a cada dia acontecem muitas coisas, mas DEus, se você quiser, confiar nEle e esperá-lo, age e borda linhas maravilhosas… e saiba, Ele é um hábil teceleiro… em Suas mãos Ele tece vidas preciosas e jamais larga elas em lugares imundos.

3) Se possível, mude a história da vida de seus amigos. Eles são pessoas que estão perto de você, que talvez com um grito, um incentivo, uma mensagem, ou uma frase pode modificar a vida dele. Toda uma história pode ter um novo curso. Você precisará se importar, como lewis se importou, ser menos egoísta. Lewis não percebeu mas vivendo seus sonhos ele não deixou seu amigo dormir a noite e pela manhã ele cochilou durante o jogo do campeonato, fazendo seu time perder a competição. Mas se você tiver a chance de fazer diferente, Lewis teve, e ele gritou na hora certa, acordando o amigo que rebateu a bolinha e ganharam o campeonato. O seu amigo não seria chamado de perdedor e nem se tornaria um vilão em busca de vingança. AINDA HÁ TEMPO. Reconstrua uma ponte para que alguém se encontre e deixe de se enganar como perdedor. Mostre como Deus o vê; ele é tão importante que Jesus veio se entregar pela vida dEle.

Foi só um grito chamando o seu nome. Salvou o campeonato e toda a história de seu amigo.

4) Familia. Esse filme é para quem ama familia e quem sonha com uma. Esse sonho enchia o coração do jovem lewis. Em seus suspiros víamos as decepções quando as familias o rejeitavam. Ele nem acreditava direito que seria possível viver. Mas assim como ele, não sabemos da história, do que há de vir. A lição do filme pra gente é SIGA EM FRENTE !!!

meu leitor, SIGA EM FRENTE.

E, lembre-se, Deus é bom. Confia nEle quando tudo diz ao contrário…
Sempre que parar, e com o coração quebrado falar com Jesus, Ele tá te ouvindo.
Ele tá sempre pronto para ser o primeiro a dizer: SIGA EM FRENTE MEU FILHO(A).

E que Deus te abençõe
Entregue teu caminho ao Senhor Jesus
Confia nEle
E no mais Ele fará.

As Crônicas de Nárnia

#AViagemdoPeregrinodaAlvorada

” – Para vocês, não – respondeu o Cordeiro. – Para vocês, o caminho de Aslam está no seu próprio mundo.

– No nosso mundo também há uma entrada para o pais de Aslam? – perguntou Edmundo.
– Em todos os mundos há um caminho para o meu país – falou o Cordeiro. E, enquanto ele falava, sua brancura de neve transformou-se em ouro quente, modificando-se também sua forma. E ali estava o próprio Aslam, erguendo-se acima deles e irradiando luz de sua juba.

– Aslam! – exclamou Lúcia. – Ensine para nós como poderemos entrar no seu país partindo do nosso mundo.
– Irei ensinando pouco a pouco. Não direi se é longe ou perto. Só direi que fica do lado de lá de um rio. Mas nada temam, pois sou eu o Grande Construtor da ponte.
Venham. Vou abrir uma porta no céu para enviá-los ao mundo de vocês.

– Por favor Aslam – disse Lúcia – antes de partirmos, pode dizer-nos quando voltaremos a Nárnia? Por favor, gostaria que não demorasse…
– Minha querida – resondeu Aslam muito docemente -, você e seu irmão não voltarão mais a Nárnia.
– Aslam! – exclamaram ambos, entristecidos.
– Já são muito crescidos. Têm de chegar mais perto do próprio mundo em que vivem.
– Nosso mundo é Nárnia – soluçou Lúcia. – Como poderemos viver sem vê-lo ?
– Você há de encontrar-me querida – disse Aslam.

– Está também em nosso mundo ? – Perguntou Edmundo.
– Estou. Mas tenho outro nome. Têm de aprender a conhecer-me por esse nome. Foi por isso que os levei a Nárnia, para que, conhecendo-me um pouco, venham a conhecer-me melhor.

– E Eustáquio voltará lá? – indagou Lúcia.
– Criança! – disse Aslam. – Para que deseja saber mais? Venha, vou abrir a porta no céu.
NO mesmo instante, abriu-se uma fenda na parede azul, como se uma cortina fosse rasgada, e uma luz impressionante brotou do lado de lá do céu, e sentiram a juba e um beijo de Aslam na testa. E encontraram-se no quarto dos fundos da casa da tia Alberta.”

Nota:
Esse é um trecho do Livro com todas as histórias de Crônicas de Nárnia, pg. 514, História: A Viagem do Peregrino da Alvorada.
Para quem não sabe, Aslam, em Crônicas de Nárnia simboliza Jesus. Isso torna toda a história sensacional.